Que bom que você veio:

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Mundo GEO

Comemorando 10 Anos, o Portal MundoGEO relembra as matérias, reportagens e artigos que foram publicados desde 1998 nas áreas de geoprocessamento, sensoriamento remoto, cartografia, agrimensura e GNSS.

Uma grande dica para aqueles que são da área de geografia, geoformologia, geologia e geoprocessamento, vale a pena dar uma olhada neste portal porque ele é imperdível ..

fica aqui uma dica para 2009 ...

Bom 2009 para todos que frequentam os meus blogs ..

http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=12558

domingo, dezembro 14, 2008

Mais um ano terminando ...

Ola Professores,

Aproveitando o aniversário de "60 Anos da declaração Universal em Direitos
Humanos", informo que em janeiro haverá um curso de verão de "Educação em
Direitos Humanos". Será na Unigranrio de Duque de Caxias.
Mais informações nos próximos dias!!!

Neste blog ... aguardem ...

Fica aqui um mensagem para todos vocês ..

TENDÊNCIAS/DEBATES

Muito ainda a fazer, 60 anos depois
MARCIO BARBOSA


--------------------------------------------------------------------------------
A persistência da pobreza é o maior desafio da atualidade e compromete a eterna aspiração por um mundo melhor
--------------------------------------------------------------------------------


A DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos hoje (10/12). Ela representa a eterna aspiração da humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para todos.
Entre os direitos fundamentais estão o direito à vida, à liberdade e à segurança; o direito à educação e à saúde; o direito à informação e à liberdade de expressão e opinião; ao trabalho; a uma vida cultural; e o direito de usufruir dos benefícios do progresso científico, entre tantos outros.
Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos em campos como combate ao racismo, condenação dos regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por outro lado, novos desafios passaram a ser percebidos como violações dos direitos humanos e, conseqüentemente, passíveis de condenação no âmbito da declaração universal. São os casos da violência e da discriminação a qualquer título e das novas formas de terrorismo. Isso sem falar no desafio de questões antigas, ainda longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de pessoas e a tortura.
Nesse contexto, o acesso à informação é de importância capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e comunicação é fundamental para que todos tenham conhecimento dos seus direitos e das violações cometidas, independentemente de onde ocorram e contra quem.
Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de 7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados, garantidos e exercidos quando forem devidamente conhecidos.
Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e marginalizados.
Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista, em que todas as vozes sejam ouvidas, é, pois, garantia da promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra suas violações.
Uma outra questão importante é a diversidade cultural e sua proteção em um mundo em que as sociedades tornaram-se cada vez mais multiétnicas e multiculturais.
As Nações Unidas, por meio de resolução da sua Assembléia Geral, colocaram a tolerância à diversidade cultural, étnica, religiosa e lingüística, bem como o diálogo entre civilizações, como essencial para a paz, o entendimento e a amizade entre indivíduos e povos de diferentes culturas e nações.
A Declaração de Viena (1993) diz que "as particularidades regionais e as várias características históricas, culturais e religiosas devem ser levadas em conta, independentemente dos sistemas políticos e econômicos, na promoção e proteção de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais". Ou seja, respeitar os direitos humanos é respeitar também a diversidade cultural.
A persistência da pobreza, entretanto, é ainda o maior desafio da atualidade e compromete decisivamente a eterna aspiração por um mundo melhor. A pobreza afeta um terço da população mundial -e a atual crise financeira ameaça aumentar ainda mais esse contingente.
Existe uma correlação direta entre pobreza e violação dos direitos humanos; entre menos recursos e oportunidades e igualdade de direitos e dignidade. Os pobres são privados dos padrões de vida adequados, sobretudo em relação à saúde, à assistência médica, à alimentação e à moradia. Freqüentemente são privados do direito à educação (especialmente educação de qualidade), a chave para um futuro melhor.
São vítimas de um ciclo perverso: não têm seus direitos respeitados porque são pobres e continuam pobres porque seus direitos são sistematicamente violados. Portanto, a luta contra a pobreza é a luta em prol dos direitos humanos.
A melhoria dessa situação exige esforços contínuos e de todos. É errado imaginar que é uma tarefa isolada de Estados ou governos. É uma luta de indivíduos, da sociedade civil, dos Estados e dos governos e, evidentemente, das agências intergovernamentais.
Que as comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos reforcem o compromisso que todos devemos ter com essa luta.
Nós, da Unesco, temos esse objetivo no alto das nossas prioridades.



--------------------------------------------------------------------------------
MARCIO BARBOSA , 56, é diretor-geral-adjunto da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

quinta-feira, novembro 06, 2008

Guerra nas Estrelas


Quem assistiu ao filme Guerra nas Estrelas, lembram da princesa Lea, em Guerra nas Estrelas, se comunicando em forma de holograma? Tipo um hologramafone? Isso é uma imagem projetada tridimensionalmente pelo robô. Essa imagem, incrivelmente real, é um holograma. Basicamente, o filme de um holograma é cheio de borrões, que lembram os círculos formados por pedras atiradas num lago. Contudo, quando a imagem é projetada, sai aquele prodígio tecnológico.


O importante é que vários cientistas começam a acreditar que o próprio universo, e tudo que ele contém, não passam de hologramas de outro nível de realidade ainda desconhecido.

Como essa tecnologia já está arraigada na cultura popular há pelo menos três décadas devido aos filmes de ficção científica, como os filmes de Guerra nas Estrelas estima-se que essa nova tecnologia será um sucesso.


Pois é, já está acontecendo na rede CNN. Confiram a imagem e o link em anexo.

http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/

O holograma em questão era uma repórter que estava na cidade de Chicago, e interagia com o apresentador na central da CNN, que fica em Atlanta. Para que o holograma fosse possível, ela ficou dentro de uma tenda, cercada por 35 câmeras HD para que sua imagem fosse capturada em 360 graus, e inserida sobre uma marcação,que existia no palco. Ou seja, enquanto ela conversava com o apresentador, sua imagem capturada por várias câmeras, então era processada para formar uma imagem 3D, inserida digitalmente na imagem e transmitida ao vivo, e no meio de disso tudo, ainda havia em algum ponto a transmissão dos dados entre o local em que ela estava e Atlanta.

E o mais impressionante, é que praticamente não havia atraso na interação do apresentador com ela.

Podemos imaginar o que no futuro poderemos fazer no nosso cotidiano escolar com nossos alunos com toda essa nova tecnologia. Claro que não iremos criar hologramas com eles, mas poderemos criar algo melhor do que temos hoje nas escolas. Cabe a nós sermos mais criativos e aceitarmos essas novas tecnologias dentro das nossas salas-de-aulas.
Somos responsáveis por levar o novo para dentro das aulas, porque senão estaremos defasados em relação ao mundo dos nossos alunos.
Eles já estão no mundo de Guerra das Estrelas e nós em que Era estamos? Fica aqui um reflexão.

domingo, setembro 21, 2008

Autoria na Era Digital
O que fazer quando o professor recebe de seus alunos um trabalho totalmente copiado da web? Afinal, com o advento da internet, qual é o conceito de autoria? De que forma a escola pode e deve proceder? Essas questões fizeram parte da mesa-redonda Autoria e plágio na Era Digital, que ocorreu no dia 18 de setembro, durante o 2º Simpósio hipertexto e tecnologias na educação, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife.

Sérgio Abranches, professor adjunto da UFPE, foi um dos palestrantes. Sua apresentação focou os desafios que a Era Digital traz para a prática docente. Para ele, é preciso que a escola reveja a participação dos alunos no processo de aprendizagem.

Em entrevista ao site do RIO MÍDIA, o professor afirma que, se o estudante não for convocado para ser autor-colaborador de determinada atividade, ele não terá o compromisso de produzir nada que seja dele, ou a partir dele. “Nesta situação, é muito mais fácil e cômodo “dar uma googada” (de google), como dizem os mais novos”, destaca.

Para ler a reportagem na integra acesse o site:

http://www.multirio.rj.gov.br/portal/riomidia/rm_entrevista_conteudo.asp?idioma=1&v_nome_area=Entrevistas&idMenu=4&label=Entrevistas&v_id_conteudo=71903



domingo, agosto 24, 2008

Tecnologia já dá certo na escola

Reportagem do Jornal do Brasil do dia 24 de agosto de 2008
CADERNO ECONOMIA

Tecnologia já dá certo na escola
Colégios mudaram para melhor o sistema de ensino ao instalar computadores nas salas de aula

THE NEW YORK TIMES
A. J. Mast/The New York Times
Steve Lohr

"Pode me chamar de otimista tecnológico, mas sempre achei que as pessoas a favor de pôr computadores nas salas de aula como uma forma de transformar a educação eram bem intencionadas, mas fora de foco. Isso não é o problema nem a resposta. Quando um novo ano escolar começar, pode chegar a hora de reconsiderar o papel da tecnologia para transformar a educação. Há exemplos promissores, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior, com características semelhantes. A proporção é um computador por aluno. A tecnologia não está restrita a um laboratório de informática. O computador é uma ferramenta integral em todas as disciplinas. O software educativo com base na web foi aperfeiçoado nos últimos anos, para que alunos, professores e famílias pudessem estar ligados por meio de redes. Até recentemente, o computador na sala de aula era usado pelos alunos para pesquisar na internet, enviar e-mails, digitar textos, usar programas de apresentação de slides e planilhas eletrônicas. São coisas úteis, mas não algo que altere a maneira como a escola funcione. As novas redes de educação na web podem abrir caminho para mudanças maiores. Os pais se tornaram mais engajados porque podem monitorar a freqüência, pontualidade, trabalho de casa e desempenho dos filhos, além de conseguir dicas para ajudá-los em casa. Os professores podem compartilhar os métodos, planejamentos de aulas e materiais on-line. Na sala de aula, a aprendizagem passará a acontecer com base num projeto, verdadeira ruptura com o modelo de educação tradicional com livros didático e aulas expositivas.
Numa aula de ensino médio, um projeto pode começar com uma carta hipotética da Casa Branca que diz que os preços do petróleo estão subindo, a economia está em recessão e os números das pesquisas do presidente estão caindo. A tarefa seria planejar uma nova política energética em duas semanas. O espaço da web compartilhado para o projeto, por exemplo, incluiria a carta da Casa Branca, as fontes que os alunos consultaram, o cronograma e o planejamento do trabalho, tarefas para cada aluno, critério de avaliação e eventualmente o trabalho escrito que os alunos entregam. Apresentações orais seriam exigidas.
A abordagem baseada em um projeto, dizem alguns educadores, torna a aprendizagem dinâmica e melhora o desempenho na aula e nas provas padronizadas. O ponto principal é que enquanto a tecnologia da informática é aperfeiçoada e se torna acessível, o avanço mais significativo é compreender mais profundamente como usar a tecnologia. ­ A menos que você mude o jeito de ensinar e os alunos mudem a forma de trabalhar, a nova tecnologia não vai fazer tanta diferença ­ conta Bob Pearlman, ex-professor e atual diretor de planejamento estratégico da Fundação de Novas Tecnologias, organização sem fins lucrativos. A fundação, com sede em Napa, Califórnia, desenvolveu um modelo de ensino com base em um projeto e está na dianteira da tendência a uma reforma da educação que contemple a tecnologia. Quarenta e duas escolas em nove Estados dos EUA estão experimentando o modelo da fundação, e os números crescem rapidamente.

Desafios :

Por trás dos esforços, há preocupações com o fato de as escolas públicas não estarem preparando os alunos para os desafios da globalização e as mudanças tecnológicas. Preocupações com a futura competitividade do país levaram à criação, em 2002, da Parceria para Habilidades do Século 21, uma coalizão cujos membros incluem o Departamento de Educação e empresas de tecnologia como Apple, Cisco Systems, Dell e Microsoft. A parceria entre governo e indústria identifica uma série de habilidades semelhantes às da Fundação de Novas Tecnologias. Entre elas estão colaboração, planejamento de sistema, auto-direção e comunicação, tanto on-line quanto pessoal. Oficiais do Estado de Indiana observaram o modelo da fundação e custearam a viagem de professores e administradores locais para visitar escolas na Califórnia. Sally Nichols, professora de inglês, ficou impressionada e adotou o novo programa de ensino na escola em que trabalha, Decatur Central High School, em Indianápolis. No ano passado, Nichols e outro professor deram aula de literatura e biologia para calouros. Tipicamente, metade dos calouros é reprovada em biologia, mas com o novo modelo a taxa de reprovação caiu pela metade. ­ Os alunos ficam mais independentes durante o trabalho em vez de os professores darem aulas expositivas e serem os donos do conhecimento. As aulas são muito mais dinâmicas. Eles não dormem durante a aula ­ explica Nichols. O custo extra para escolas que adotaram o novo modelo é de cerca de US$ 1 mil por aluno por ano, calcula Pearlman da fundação. Para os alunos, um portal com base na web é a porta de entrada virtual para tarefas, atividades sociais, tutoria on-line, grupos de discussão e e-mail. Até mesmo os alunos suspensos da escola por alguns dias imploram para não perder o acesso ao portal, segundo Mark Grundy, 49, diretor executivo das faculdades de Shireland e George Salter. Hoje, as escolas estão entre as maiores do país em melhorias anuais no desempenho de alunos na leitura e provas de matemática".

quinta-feira, agosto 14, 2008

LOUSA DIGITAL

RESOLVI POSTAR AQUI UMA REPORTAGEM QUE LI AQUI NA INTERNET NO SITE:

http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20071029-307795,00.html

sobre a nova revolução que está havendo nas escolas com a introdução das lousas digitais nas nossas salas-de-aulas. Teremos o fim do quadro negro?
Nós professores estamos preparados para usar essa tecnologia?
Teremos treinamentos para utilizar esse novo equipamento, ou mais uma vez teremos que nos virar para aprender?
Fica aqui algumas indagações sobre as lousas digitais.

A lousa eletrônica substitui, em sala de aula, o tradicional quadro negro, possibilitando a digitalização dos traçados realizados manualmente por nós professores por meio de uma caneta eletrônica, bem como a interação com o computador, em substituição ao mouse, além da realização de anotações manuais sobre as imagens nela projetadas.
Essa nova tecnologia não torna o “assistir aulas” uma coisa do passado. Muito pelo contrário! Mesmo com a possibilidade de ter o material gravado, a explicação do professor é fundamental para o bom entendimento da matéria. O quadro digital é apenas mais uma ferramenta para tornar as aulas mais interessantes e não deixar que o aluno perca nada que foi dito, escrito e exercitado! Isso é importante que fique bem claro porque muitas pessoas acham que ao colocar todas essas tecnologias nas escolas o professor passar a ser assessório.




"Três mil lousas eletrônicas já foram importadas do Canadá. Nunca as aulas de geografia foram tão dinâmicas: é como se o mundo coubesse dentro da sala de aula. No interior de São Paulo o ensino público começa adotar essa novidade.
As pesquisas realizadas pela internet através da lousa digital, são acompanhadas e repetidas na tela menor. É a multiplicação do conhecimento nessa nova era da educação.

O recurso era privilégio de colégios particulares, mas agora motiva crianças de cinco escolas municipais paulistas.

O dedo substitui o giz. Reportagens e programas baixados da internet ajudam a tornar as aulas mais interessantes. As aulas de geometria e a música ficaram muito mais divertidas.

“Nos livros, os textos são complicados e, ás vezes, eu não entendo nada” confessa a estudante Alexandra Albuquerque. “Na lousa digital tem vídeos que facilitam a compreensão” diz ela.

A Universidade de Campinas oferece curso de capacitação para professores que querem conhecer melhor essa tecnologia. Com uma espécie de controle remoto, eles aprendem a aplicar testes. A correção é instantânea e o professor fica sabendo na hora quem de fato aprendeu a lição.

“Até os grupos distraídos participam mais” conta o professor José Paulo Mendes.

“A lousa e o giz estão em descompasso com a tecnologia atual. As crianças hoje têm uma dificuldade em relacionar o mundo dentro e fora da escola” afirma o professor do Laboratório de Novas Tecnologias da Unicamp.

Os estudantes nem imaginam que são pioneiros nessa nova era da educação onde as aulas ficam tão divertidas quanto o recreio.

As crianças têm facilidade para interagir com a tecnologia. Quem precisa agora estudar pra lidar com essas novidades é o professor com aulas de reciclagem e treinamentos. A lousa digital é uma ferramenta fascinante...mas é uma ferramenta.

O bom professor é insubstituível!"

quinta-feira, julho 24, 2008

Violência Urbana e Juventude



População de rua vira tema de pesquisa


O projeto Violência Urbana & Juventude - População de rua: Existe!? Foi desenvolvido em 2003 pelas professoras Márcia Cristina Fraga, de Matemática e por mim, com os alunos da 8a série da Escola Belmiro Medeiros da 4a CRE. A partir da escolha do tema pelos jovens, eu e Márcia formulamos uma proposta que os levasse a perceber a cidade onde moram de forma mais crítica. Assim, elas estimularam a reflexão sobre o crescimento do desemprego e da população de rua. Queriam mostrar que a escola é uma alternativa que possibilita uma melhor qualidade de vida e maiores oportunidades profissionais para adolescentes com menos oportunidade na vida.
Esse projeto surgiu dentro de uma proposta de temas do Revista Virtual da MultiRio chamada Século XXI. E foi apresentado em uma amostra de trabalhos patrocinado pela mesma revista. Nós não ganhamos nenhum prêmio com o nosso projeto, mas ganhamos a confiança e a credibilidade de nossos alunos que hoje vêem o mundo de outra forma.
Desde projeto foi feito um site que esá no ar até hoje com o seguinte endereço:

http://br.geocities.com/popderua/

E o nosso projeto gerou também um artigo que foi publicado na página da multirio que também está no ar até hoje neste endereço:

http://www.multirio.rj.gov.br/sec21/almanaque_artigo.asp?cod_artigo=2411

Fica aqui mais uma idéia para os professores de como podemos fazer a diferença mesmo sem condições mas com muito boa vontade de fazer algo mais.

terça-feira, julho 22, 2008

Procurando assuntos sobre educação...

Estava eu na minha procura pela net de sites sobre educação e "educação e tecnologia", quando me deparei com este site. Tenho como obrigação compartilhar com todos devido a sua utilidade e variedade de assuntos na área educacional.

Existem vários recursos multimídia publicados no site e são de acesso público e estão disponíveis para enriquecer a sua aula e a aprendizagem de seus alunos. Além de ter o espaço da aula, que é um espaço que é constituida por uma rede de aprendizagem e que possa contemplar a diversidade educacional brasileira com suas idéias, propostas e sugestões metodológicas sobre o uso dos recursos multimídia e das ferramentas digitais. As aulas publicas neste espaço é de livre acesso podendo qualquer professor utilizá-lo sem pedir autorização.

Por último, temos o jornal do professor com notícias da áreas, é um espaço dedicado a revelar o cotidiano da sala de aula, trazendo quinzenalmente temas ligados à educação.

Fica aqui a sugestão:
acesse:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/main.action

sábado, julho 05, 2008

Geração Orkut corre risco de crise de identidade

Lendo uma reportagem da revista digital do Jornal O GLOBO vi uma reportagem muito interessante sobre a geração dos anos 90 onde um psiquiatra chegou a conclusão que essa geração pode estar crescendo com uma visão perigosa a respeito do mundo e da sua própria identidade.
Segundo o psiquiatra essa geração cresceu em um mundo dominado pelos sites de relacionamentos, orkut, facebook,msn e outros... esse mundo virtual é um mundo onde as coisas ocorrem muito depressa ou são logo descartadas pelo clique do mouse, onde se pode deletar um perfil e criar outro. ele destaca o perigo dessa geração só se relacionarem de forma virtual e não conhecerem a vida real.
Ele alerta para possíveis suicídios por parte dessa geração por confundirem o real com o virtual.

para lerem a notícia na íntegra entre no site:

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/07/04/geracao_orkut_corre_risco_de_crise_de_identidade_diz_psiquiatra-547096507.asp